Viva a vida intensamente

“A parte triste, é que pra ter você, eu me deixei.”
~ Madison, 1998. (via delator)

“Queremos ser amados e não nos amamos, queremos ser compreendidos e não nos compreendemos, queremos o apoio dos outros e damos o nosso a eles. Quando nos abandonamos, queremos achar alguém que venha a preencher o buraco que nós cavamos. A insatisfação, o vazio interior se transformam na busca contínua de novos relacionamentos, cujos resultados frustrantes se repetirão. Cada um é o único responsável pelas suas próprias necessidades. Só quem se ama pode encontrar em sua vida um amor de verdade.”
~ Zíbia Gasparetto. (via borboletos)

“É claro que não é ciúmes, tô falando a verdade. Talvez seja um pouquinho, misturado com saudade.”
~ Soulstripper. (via livrario)

“Os sentimentos são simples. Você gosta ou não. Você gosta porque gosta, porque o outro é importante, porque ele te dá alguma paz, porque ele faz o teu sono ser mais tranquilo. Você não gosta porque o outro te dá arrepios ou não te dá coisa alguma. A gente complica muito as coisas vendo chifre em cabeça de galinha, enxergando o que não existe e nunca vai existir.”
~ Clarissa Corrêa (via intensificaria)

“E tínhamos essa mania estranha de rir sem motivos, de falar sem pensar. Por que então começar a ter motivos pra rir agora? E começar a analisar cada palavrinha antes de falar. Me diz.”
~ Matheus Bernardo. 
(via quase-heroi)

“Deus disse: de maneira alguma te deixarei, nunca, jamais te abandonarei.”
~ Hebreus 13:5. (via recontador)


“Fico besta com quem perde a compostura por não gostar de algo ou alguém: tão mais simples desconectar. Não ouça, não leia, não prestigie. Dê atenção ao que tem sintonia com você. E toque sua vida, sem agredir.”
~ Martha Medeiros.     (via caos-ao-acaso)

“Todos deveriam ter um lugar favorito no universo, um lugar que dê a sensação de que você vai escapar do que for, de seja lá o que você está sentindo. Aquele lugar onde as pessoas de quem você gosta vão te procurar quando você provavelmente sumiu por não aguentar a barra, como acontece no cinema, quando os personagens estão perdidos, prostrados ou loucos de amor.”
~ Gabito Nunes. (via pendencias)